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segunda-feira, 2 de maio de 2011

O DOMINGO EM 5 TOQUES

AMIGOS IMORTAIS:

1. O GRÊMIO. O Grêmio entrou em campo com 4 volantes e mais 6 jogadores. Borges não jogou. Precisou um erro do juiz - foi a ´cama de gato` - http://www.twitpic.com/4sdvup - mas clássica que vi, diante das vistas grossas de uma mídia tiete nas sua maioria, em especial da RBS - para que Renato alterasse a escalação cautelosa em excesso. No decorrer do jogo se viu que o time deles esta muito longe de ser o bicho. O Grêmio já estava a meia boca, sem Vitor - o pegador de pênaltis faz falta sempre por melhor que o Grohe possa ser a ausência do Vitor foi decisiva - Lúcio, dá equilíbrio indubitável ao time, e A Lima é uma falta formidável, diante do quadro em que vivemos e diante da ineficácia de um Borges 5 kg a mais (massa muscular) e muito lerdo. Falha inaceitável da preparação física porque isto não se faz em meio a duas competições, que se faça nas férias, na pré temporada, jamais durante disputas tão importantes e mais, me desculpem, principalmente de forma tão rápida. O preparo despreparado, com trocadilho e tudo, importou num aleijão ao atleta que se arrasta melancolicamente em campo. Não o culpo, embora os desabafos que fiz durante e pós jogo.

2. O JOGO. Durante os 2 últimos dias com a ajuda dos meus filhos varri sites e twitter vermelhos. Era indisfarçável que eles contavam com uma goleada. Se acham superiores em tudo e pensam que possuem um time maior do que o Barça. Havia uma firme convicção de placar alargado e cheguei a flagrar um Cardiologista de Plantão - que deve estar se tratando e atrás de um analista para o seu dirigente - falando em sova ( termo que deve ter ´colado` do pai porque pela carinha beira aos bons e saudosos 30 anos pouco mais ). O JOGO mostrou que o time deles é comum exceto por um jogador talentoso demais, Damião. O gol inicial acendeu esta expectativa inclusive no deslumbrado Falcão que estava apaixonado com uma faixa na torcida com seu nome, muito referida pela imprensa que não deve saber que no Olímpico faz uns 10 anos que tem faixa do Renato. Do De Leon, entre tantos. Dizer que o Grêmio cresceu quando o carniceiro do Guina fez o que fez no meio do campo sem necessidade alguma, é uma burrice, porque Borges até ali não tocara uma vez sequer na bola. Pior é ouvir do Presidente deles que era justificada a falta do açougueiro porque o 1o cartão tinha sido injusto. Bom que pense assim, ainda que fosse o 1o injusto, o carniça devia saber que tinha levado um e que não poderia levar o segundo se não iria para a rua. Caíram de pau, eu também, em cima do Borges quando fez algo semelhante na LA. O jogo não teve nada de anormal, o Grêmio poderia ter vencido tanto quanto o Inter, e se tivéssemos Vitor no gol, encardia os pênaltis. Aquela bola do Gilson entrando mudava o rumo de tudo, Falcão, sob os ouvidos patéticos de uma reportagem tiete disse que aquilo não foi oportunidade de gol, porque foi de fora da área. Bem anulem o gol dele pela seleção contra a Itália e os golaços que Douglas faz dali. Não valem. Houve emoção, bastante, na partida, embora como todo clássico foi nervosa. No jogo, no jogo, não saímos menores do que eles e esta a nossa grande lição. Eu tenho certeza, completo, ganhávamos, ONTEM, nos 90.

3. PÓS JOGO. Findo o jogo confesso que não sei o que foi mais surreal. Se a coletiva do Falcão, sorrindo alto para os repórteres como se estivesse recepcionando-os na churrasqueira de casa ou o ataque histérico senil psicótico do Vice Vermelho. Tem sido constrangedora e patética a tietagem da reportagem com Falcão, de quase todos, em especial dos colegas da RBS que ainda parecem seus colegas. Pois o Pequeno Príncipe Tupininiquim exerce um fascínio quase teatral sobre alguns coleguinhas que se enternecem com as respostas mais simplórias e se derretem com as mais sérias. Não sei até quando dura esta ternura toda só sei que a desigualdade entre a forma de tratamento dada ao Renato e ao Falcão beira ao protecionismo.

4. RESCALDO. O Grêmio chegou aos frangalhos no Grenal mas a camisa mostrou de novo que ele é mais poderoso do que o farrapo que possa estar. A torcida, mais uma vez, empurrou o time, não se assustou com o rugir do gigante ( expressão usada por um colunista que deve ter confundido o beira rio com algum circo ). Juntamos os pedaços e estamos indo para o JOGO MAIS IMPORTANTE DO ANO. A rigor não temos time para ganhar. A direção ficou nos devendo isto. Mas não nos resta, como torcedor, mais uma vez, acreditar em outra coisa qualquer se não a nossa camisa. Concordo, concordo, chega disto, temos que montar time e ter elenco para ganharmos algo importante. Mas é com o que temos que vamos, então não tem outra. Um dia a dirigência Gremista vai aprender que um campeonato importante se ganha com um grande time e um grande elenco ( a frase é do Vitor ) até lá, vamos sofrer muito com este jejum.

5. FOCO NO JOGO. Passado o jogo, nos resta de novo focar no próximo. Desabafo findo. Não adianta ficarmos malhando a direção e os atletas, é o que temos e é com eles que temos que contar. Então contemos. Até.

Carlos Josias Menna de Oliveira

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